terça-feira, 9 de maio de 2017

Lido: Bolas de Feno ao Sabor do Vento

Ora aqui está uma abordagem bastante original à ideia do cliché. Não, diz-nos Luiz Bras, não são ideias tornadas cansativas de tantas vezes serem repetidas. São sinais. Sinais de uma civilização extraterrestre desaparecida num derradeiro ato de solidariedade para connosco, num ato último de altruísmo. Cabe-nos a nós compreendê-las, e para isso temos de estar atentos. Estaremos? Esta vinheta de uma página é um alerta para que estejamos. Ficção científica, obviamente, entrelaçada com outras literaturas mais ou menos iniciáticas. E boa, sim, francamente boa. Mas sinto o dever de dizer ao Luiz que o cliché dos livros de faroeste a que faz referência no título não são Bolas de Feno ao Sabor do Vento. É certo que andam ao sabor do vento mas não são bolas de feno. São uma estrutura especializada de certas ervas do deserto que serve precisamente para isso. E daí, é bem provável que o Luiz o saiba. É que o nome que a coisa tem em português — estepicursor — não é grande coisa para um título porque poucos o conhecem. Não é? Pois. Retiro, portanto, o que disse sobre o título.

Textos anteriores deste livro:

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